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Libro Autorregulação dos Media em Portugal e Estudos de Casos, Ana Barbosa Gavela
Subtítulo : O que Acontece a Quem não Cumpre o Código Deontológico/Estatuto do Jornalista?
Editorial: Formalpress
Colección: Comunicação
Categorías: Prensa y periodismo
Idioma: Portugués
Precio en Papel
: 10 (10)
ISBN: 9789897291845
Pags: 0
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O Jornalismo é hoje alvo de inúmeras pressões da corporação jornalística e das forças políticas, económicas e sociais que muito dificultam a construção isenta das notícias, encontrando-se, muitas vezes, as linhas editoriais dos órgãos de comunicação vinculados a interesses estranhos à isenção que deve caracterizar a atividade jornalística. Esta é uma realidade que tem levado a que muitos jornalistas cometam frequentes violações ao Código Deontológico. Por sua vez, a autonomia e a independência dos jornalistas têm sido postas em causa, muito, pela precarização das relações laborais. Neste sentido, a autorregulação tem um papel determinante que é o de garantir a autonomia face ao Estado, promovendo a independência e a liberdade dos media. Contudo, ela está hoje sujeita a pressões e lóbis de interesses corporativistas, em detrimento do público, ferida de falta de independência e de credibilidade. Estas são razões pelas quais a autorregulação se encontra, atualmente, e mais do que nunca, numa situação de extrema fragilidade e descredibilização. É este o contexto real e atual do jornalismo em Portugal e no resto do mundo. Mas é este mesmo jornalismo que não pode baixar os braços. Todos os seus agentes têm de continuar a acreditar que a única via possível para salvar o jornalismo é através da ética e da deontologia, os pilares que sustentam o jornalismo e a sua autorregulação. Uma autorregulação que precisa urgentemente de renascer com eficácia.
INTRODUÇÃO CAPÍTULO I- Ética e Deontologia Estrutura Incontornável da Autorregulação: 1. Pilares de referência do Jornalismo: a Ética e a Deontologia 2. Autorregulação - o estado da arte 3. Sanções Disciplinares 4. Principais instrumentos de autorregulação em Portugal 4.1. Código Deontológico 4.2. Conselhos de Redação 4.3. Provedor do Leitor, do Telespetador e do Ouvinte 4.4. Conselho de Imprensa: o exemplo atípico do caso português 5. Sindicato dos Jornalistas e o Conselho Deontológico: a autorregulação frustrada do jornalismo português 5.1. A ideia de construir uma Ordem 6. Comissão da Carteira Profissional de Jornalistas e a criação da Secção Disciplinar: uma solução híbrida 7. Heterorregulação: o exemplo da ERC 7.1. Especificidades da Regulação Portuguesa da Comunicação Social CAPÍTULO II- Eficácia das Sanções Morais do Conselho Deontológico e das Sanções Disciplinares da Comissão da Carteira Profissional: Análise de Dados 2013 a 2015 1. Estado atual do Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas 2. Dados da atividade exercida: 2013 a 2015 3. Conclusões do mandato do Conselho Deontológico: 2010 a 2014 4. Enquadramento legal da Comissão da Carteira Profissional de Jornalista 5. Estado atual da Comissão da Carteira Profissional de Jornalista 6. Dados da atividade exercida: 2013 a 2015 7. Visões Reflexivas de: Alfredo Maia - Presidente do Sindicato dos Jornalistas entre 2000 e 2014, São José Almeida - Presidente do Conselho Deontológico desde 2015 e Paulo Martins - Vogal da Secção Disciplinar e membro do Plenário da Comissão da Carteira Profissional de Jornalista CAPÍTULO III Estado da Arte da Autorregulação em Portugal 1. Testemunhos de Individualidades Prestigiadas do Jornalismo Português: António Carneiro Jacinto; Carlos Camponez; Diana Andringa; Jacinto Godinho; João Palmeiro; Mário Mesquita e Viriato Teles 1.1. O que acontece a quem não cumpre o Código Deontológico em Portugal 1.2. Autorregulação: órgão ex libris e alguns dos seus mecanismos de ação 1.3. Sanções Disciplinares, Estrutura Orgânica e Funcionamento do CCPJ 1.4. O cenário de uma Ordem de Jornalistas 1.5. Prespetivas Futuras do Jornalismo Português 2. Um caso a quem nada aconteceu por violação do Código Deontológico extraído da área do Provedor dos Telespectadores Jaime Fernandes CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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